Este capítulo faz parte do livro “A arte como resistência: atuações do psicólogo escolar no enfrentamento das demandas da escola” e tem como objetivo refletir sobre a potência do uso da contação de histórias na atuação do Psicólogo Escolar para a promoção do desenvolvimento de pessoas com deficiência.
Os dados são derivados de uma pesquisa-intervenção-arte realizada com pessoas com deficiência intelectual, na qual utilizamos a contação/produção de histórias como um instrumento mediador para mobilizar o sistema psíquico, ressignificar o vivido e potencializar o desenvolvimento dos participantes.
Para sustentar a reflexão e ideias apresentadas nesse capítulo, iniciamos contextualizando o ambiente escolar e as significações de inclusão da pessoa com deficiência. Em seguida, apresentaremos teórico-metodologicamente a história (sua produção e contação) e a defendemos como um instrumento psicológico que promove desenvolvimento humano e, no terceiro tópico, uma proposta de intervenção é discutida e analisada.
O texto se encerra, sem reduzir as demandas da inclusão a fenômenos puramente orgânicos, e tecendo considerações sobre as histórias, a prática e atuação do profissional da Psicologia, favorecendo o desenvolvimento e a inclusão dos sujeitos.
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